Marcações são os grifos que fazemos nos materiais. Caneta, marca-texto ou lápis, não importa. O que importa é ter esses atalhos de modo a visualizar rapidamente os pontos mais importantes e difíceis. Aqueles pontos que você não entendeu completamente ou que acha que precisa reler para decorar.

No início, quando estiver tendo ainda o primeiro contato com a matéria, certamente você vai marcar coisas demais. Tudo vai parecer difícil, tudo vai parecer importante. Isso é normal. Aos poucos, você vai ficar mais à vontade com a matéria e conseguir discernir o que é importante do que não é. Fique tranquilo. Garanto que quando você estiver lá pela metade da matéria, vai olhar para trás e ficar surpreso por ter marcado coisas tão básicas. Mas a verdade é que não tem como fugir disso. É uma fase pela qual todos passamos. Eu abordo o tema da Marcação no vídeo a seguir:

Já os resumos são os queridinhos de quem está começando a estudar para concursos. Eram ferramentas boas de utilizar durante a faculdade. Funcionam. E tenho certeza de que você tem a impressão de que só consegue decorar escrevendo. Não é? Pois então, eu já ouvi isso tantas vezes de tantos alunos diferentes no Coaching. E para todos eles eu disse a mesma coisa: vamos tentar algo diferente? Vamos tentar usar marcações em vez de resumos?

Marcações e resumos têm a mesma eficácia se você não fizer revisões: eficácia ZERO. Não adianta escrever e abandonar os resumos porque você os esquecerá. O mesmo vale para marcações. E, na verdade, se você fizer revisões periódicas das marcações, perceberá que elas têm tanta eficácia quanto os resumos. A diferença é que resumos tomam muito mais tempo e tempo é o ativo mais importante na vida do concurseiro. Portanto, experimente utilizar somente as marcações, aliadas às revisões periódicas, e me diga como foi!

E é exatamente esse o propósito das marcações: permitir a REVISÃO.