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Como evitar crise no relacionamento enquanto estuda?

Por 23/09/2018janeiro 19th, 2019Dicas, Videos

Olá! Meu nome é Diogo Moreira, sou Auditor-Fiscal da Receita Federal e estou aqui para te ajudar a sair dessa “vida bandida” que é estudar para concursos.

 

“Estudar para concurso acabou com o meu relacionamento, e agora?” 

 

Infelizmente, já vi vários casos em que o relacionamento não resistiu ao estudo para concurso. Especialmente quando só um dos dois está estudando. Relacionamentos de muitos anos, às vezes com filhos envolvidos não resiste a uma época de aperto financeiro, de falta de tempo para o outro.

Dá pra entender o porquê da separação, mas não é assim que deveria ser e, sinceramente, existem formas de brigar pra esse relacionamento durar mais. Eu já vi casos de isso acontecer dentre os meus do coaching que perderam namorada ou perderam o marido enquanto estudavam para concurso. É muito difícil.

Isso aconteceu também comigo quando eu estudava para concurso. Tinha um namoro na época, que terminou entre a primeira e a segunda fase da prova para Auditor-Fiscal da Receita Federal. Então, acontece com muita frequência.

A ideia é trazer algumas noções aqui muito interessante de como manter e como fortalecer o seu relacionamento. Hoje eu sou casado, tenho um filho e um relacionamento estável. Não estudo mais para concurso, o que facilita um pouco as coisas.

Nenhum relacionamento passa facilmente pelo decorrer dos anos e, especialmente, pelos muitos desafios e obstáculos que aparecem pela frente. Portanto, os conselhos que aqui serão dados valem para quem está estudando para concurso ou não.

 

Falta de tempo.

 

Acredito que o grande desafio de sustentar um relacionamento durante o estudo para concurso é a falta de tempo. O concurseiro tem um tempo limitado. Muitas vezes a gente trabalha durante o dia e estuda durante a noite durante a semana e ainda estende os estudos para os finais de semana.

Mesmo em meio a essa maratona, ainda tem que dar atenção para o cônjuge, namorada. Não é fácil conciliar. Se você dá atenção demais você prejudica os estudos e se você estuda demais você prejudica o relacionamento.

 

Como fazer então para melhorar a eficiência do seu tempo para dividir essas duas coisas?

 

Sabemos que essa vida de concurso é muito “bandida”. Quando eu comecei a namorar com a minha atual esposa passaram-se dois ou três meses depois e ela me falou que ia voltar a estudar para concurso.

Eu falei para ela não fazer isso porque a gente estava começando a namorar e eu gostava dela, não queria ver o relacionamento terminar, justamente porque eu sei que essa vida de estudo para concurso é uma vida “bandida”.

Resultado: ela não me ouviu, estudou e foi aprovada, graças a Deus! (risos). O nosso relacionamento durou está indo muito bem, obrigado. Mas, eu sei que não é fácil.

 

A ideia desses conselhos, saiu de um livro que eu li recentemente, indicado pela minha esposa.

 

É um livro muito bom, pequenininho, não vai tomar muito seu tempo de estudo para concurso, chama-se “As cinco linguagens do amor”. Ele traz algumas dicas bem práticas, uma abordagem bem pragmática de como lidar com um relacionamento e eu vi como encaixar isso no mundo do estudo para concurso.

Para quem sofre com a falta de tempo, esse livro te ajuda a entender melhor o seu cônjuge e a se relacionar melhor. Mas, as dicas dele servem também para aumentar a eficiência do seu relacionamento.

O livro orienta a você passar a “falar” com a linguagem de amor do seu cônjuge e, assim, se você souber fazer isso, mesmo que você tenha pouco tempo, você vai estar sempre reafirmando os seus sentimentos para o seu cônjuge.

Uma situação extremamente comum é quando você acha que está fazendo tudo certo e não está. Isso é mais comum ainda na vida dos homens que, de repente, houve uma crítica da namorada ou da esposa.

Geralmente, os homens respondem às críticas assim: “Mas, eu não te dei e tal presente? Eu não te levei pra jantar em tal lugar? Eu não deixei a casa toda arrumada?”. E as mulheres retrucam: “Isso não significa nada, não você não está conversando comigo direito por esses dias!”.

O autor, Gary Chapman, quer dizer no livro que muitas vezes você se dedica a “falar a linguagem de amor” que você acha que vai satisfazer a necessidade emocional do seu cônjuge, mas na verdade você está falando a língua errada.

É como se você estivesse se declarando para ela ou ele em hebraico e na verdade ele ou ela fala grego. Não adianta! Você não vai conseguir falar com ele direito e muitas vezes você não sabe quais são as linguagens do amor do parceiro ou parceira.

 

Primeiramente, você tem que entender de onde as linguagens do amor vêm.

 

O autor diz que são muitas causas geram a linguagem que cada um fala e a maioria das pessoas fala só uma língua do amor. Ao menos uma das cinco que ele cita (vou explicar mais adiante).

Muitas vezes essas linguagens vêm da forma como nós fomos criados e muitas vezes da forma de receber amor e de dar amor que os nossos pais e nossos irmãos deram e tiveram durante a sua vida.

Muita causa e consequência. Não estou aqui pra entrar na parte “Freudiana” da coisa, mas, basicamente, se você receber um tipo de criação, por exemplo, se seus pais eram muito de abraçar e te dar muitos abraços e beijos fazendo muito carinho, você entende que é dessa forma que você transmitir amor. Afinal você recebeu amor dessa forma sua vida inteira.

Aí você faz isso com seu cônjuge e ele não gosta muito, reclama. Você se pergunta o porquê de ele não gostar, fica aquele clima ruim no relacionamento simplesmente por que vocês estão falando linguagem diferentes.

 

Primeiros tipos de linguagem de amor: contato físico e palavras de afirmação.

 

Seu cônjuge pode ter tido uma criação completamente diferente ele pode ter tido uma criação de muita insegurança de muita cobrança e, para ele, uma palavra de afirmação ajuda. Frases assim: “Poxa, parabéns! Isso aí que você fez foi muito legal!” ou “Nossa, parabéns pela promoção que que recebeu no seu trabalho! Eu sei que você é muito dedicado, muito dedicada”, ou então “Puxa! A casa ficou ótima! Essa arrumação que você fez aqui foi sensacional, está muito legal!”.

Isso aí acaba tocando mais o coração da pessoa do que simplesmente ficar dando beijos e abraços. São diferentes linguagens do amor e aí estão dois exemplos: contato físico e palavras de afirmação.

 

Outra linguagem de amor são os “atos de serviço”.

 

O autor explica que muitas vezes arrumar a casa, fazer o jantar, arrumar a cama, colocar o lixo para fora e lavar a louça, por exemplo, são formas que algumas pessoas têm de demonstrar que elas se importam, que elas querem o bem do cônjuge.

O problema é que se o seu cônjuge não fala essa linguagem do amor, ele não vai nem ver que você lavou a louça, não vai reparar que você arrumou a cama.

Também tem um caso contrário. Se você é muito bagunceira e o seu cônjuge tem essa linguagem de atos de serviço, você não arruma porcaria nenhuma vai deixar o seu cônjuge extremamente insatisfeito.

Claro, ninguém gosta de bagunça, mas algumas pessoas vão sofrer mais com isso do que outras. As que sofrem mais, provavelmente, têm a linguagem de amor dos atos de serviço.

 

A quarta linguagem do amor é “presente”. Isso em dois sentidos.

 

No primeiro sentido, está a linguagem de receber presentes. Para algumas pessoas, se você não fizer uma festa de aniversário, se você não der um presente maneiro, essa pessoa vai se sentir um lixo. Ela vai ficar arrasada.

Outras pessoas nem se importam tanto, não precisam de presentes, não querem festa de aniversário. São pessoas diferentes.

Outra forma do “presente” é a de estar presente. Algumas pessoas não necessitam tanto de contato físico o tempo inteiro, mas em determinados momentos da vida elas querem e fazem questão da sua presença. Seja na posse do concurso público, na igreja no domingo, festa que ela quer ir, etc..

 

Por fim, a quinta linguagem do amor é o “tempo de qualidade”.

 

Essa é clássica. As esposas (ou maridos) que são assim reclamam recorrentemente que o marido não sabe conversar, não está nem aí para a vida dela. Quando sentam para jantar, a televisão está ligada e o marido fica olhando para a televisão, distraído enquanto a esposa fala, etc.

Se você ouve esse tipo de reclamação o tempo todo, provavelmente a sua esposa/marido precisa dessa linguagem de amor, do tempo de qualidade. É um momento sem distrações, sem celular, filho, etc.

Nessa linguagem você tem que passar momentos realmente concentrado na pessoa ao seu lado, escutar o que ela tem para dizer.

 

Se o seu relacionamento estiver por um fio, comece a praticar esses ensinamentos!

 

Se você descobrir e começar a praticar a linguagem do amor do seu parceiro, com certa insistência, ele vai começar a se sentir amado e importante novamente e irá retribuir também.

Claro, você terá que dar uma “ajudinha” para a pessoa também descobrir a sua linguagem do amor, para que ela também possa conseguir retribuir da maneira correta e, assim, vocês conseguirem reascender aquela “chama” do relacionamento novamente.

O autor do livro cita diversos casos de pessoas que aplicaram isso e, após insistir um pouco, começaram a ter um feedback do parceiro.

 

No mundo dos concursos é especialmente interessante praticar esses conselhos, pois você tem pouco tempo.

 

Mesmo que você tenha poucos momentos com a (o) parceiro, caso venha aproveitar todos esses momentos para falar a linguagem do amor dele, você estará aumentando as chances de manter um bom nível de manutenção do relacionamento.

O autor do livro fala a respeito do “tanque de amor”. Como se fosse um tanque de combustível que tem que ser cheio para manter o carro andando.

Praticando a linguagem de amor, estará enchendo esse tanque.

Observe aquilo que o seu parceiro mais reclama, assim, você estará descobrindo a provável linguagem de amor dele.

 

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