A característica do sucesso

Por 09/09/2019 setembro 11th, 2019 Videos

Olá! Meu nome é Diogo Moreira, sou Auditor Fiscal da Receita Federal e estou aqui para te ajudar a sair dessa “vida bandida” que é estudar para concurso.

 

Nesse texto você vai conhecer a grande característica do aprovado em concurso público.

 

Você se acha burro? Você tem dificuldade em alguma matéria? Você não aprende, por exemplo, português ou matemática de jeito nenhum. Você acha que não leva jeito para estudar para concurso e que nunca vai ser aprovado em um concurso?

Você pode estar certo, mas não pelo motivo que imagina.

Existem algumas características que a gente encontra em quase todos os aprovados, em quase todos os grandes estudantes. Esse vídeo é para chamar atenção para essa característica e não é o que você imagina.

Eu consegui ser aprovado no concurso de Auditor da Receita Federal com apenas nove meses de estudo. A explicação é: sempre fui um bom aluno, tirei notas boas, tive facilidade com matemática e português, tinha uma boa retenção, sempre gostei de ler. Nasci, basicamente, um bom estudante.

Mas e se não foi o fato de eu ser um bom estudante que me fez ser aprovado rapidamente e, sim, uma característica que me acompanhou a vida inteira que me levou a ser um bom estudante e que, consequentemente, me fez ser aprovado no concurso.

 

Que característica é essa?

 

Com 13 anos li meu primeiro grande livro “O Mundo Perdido”, do autor Michael Crichton, com 450 páginas e que era continuação do livro “Parque dos Dinossauros”. Após essa leitura, li “Parque dos Dinossauros”, que era um pouquinho maior.

Li outros livros desse autor que misturava ciência, romance, informação científica com diversas teorias e áreas e isso foi chamando muito a minha atenção. No final das contas, acabei virando fã do tema dinossauros (na época existia um site que era o melhor site do Brasil sobre dinossauros e era também o começo da internet no país, aproximadamente 1998/1999).

Quando ganhei meu primeiro computador,  eu o desmontei todo; mexia no Windows; alterei as configurações para fazer barulho quando maximizava ou minimizava; mudei a cor de fundo; abria a máquina; fazia upgrade; instalei o Linux só para ver como é que era (o Linux, na época, era parecido com o DOS, ou seja, não era visual).

Percebe essa característica?

No final da adolescência eu era meio deprimido, comecei a ler filosofia e grandes pensadores e isso ajudou a moldar quem eu sou hoje e a forma como enxergo o mundo, entrei de cabeça em Nietzsche e Sartre, essa “galera” do mal.

Cursei psicologia e passei a não gostar mais do curso. No final estava querendo fazer a minha vida profissional e ganhar dinheiro. Fiquei sabendo um pouco sobre mercado financeiro, mercado de ações, comecei a operar o Forex (Foreign Exchange), mercado de câmbio internacional, comecei a ganhar muito dinheiro, cheguei a ganhar 2 mil por cento de lucro em um ano.

Após isso mudei de ideia, fui trabalhar numa corretora de valores e passei na prova de agente autônomo com a maior nota e estava trabalhando muito bem.

Percebe?

O que a maioria não sabe é que no primeiro e segundo ano do ensino médio eu era um aluno ruim, falhei no meu primeiro vestibular, voltei para o cursinho, estudei e, em seguida, consegui passar.

Cadê aquele bom aluno, aquele cara que nasceu inteligente? Por que ele falhou no vestibular e quase reprovou no primeiro e segundo ano? Por que as coisas não são tão lineares assim?

Por trás de todas as grandes conquistas da minha vida tinham dois aspectos principais: curiosidade e uma grande vontade de aprender, de saber mais e de me desenvolver.

 

Sempre acreditei em mim mesmo, de ser capaz de alcançar grandes coisas, de fazer grandes feitos.

 

O fato de ter sempre essa vontade de aprender, de fazer mais foi fundamental para minha aprovação no concurso. Foi saber que se eu me dedicasse, entrasse de cabeça, buscasse aprender as formas corretas de estudar, eu poderia chegar lá.

As pessoas me perguntam: Diogo, você não ficava em dúvida de que iria ou não passar? Eu não pensava nisso. Passar ou não passar era consequência de outro ato, que era o ato de estudar.

Eu não me preocupava com a prova, se ia passar ou não, mas me preocupava em estudar certo e em estudar muito todos os dias.

Esse era meu foco: trabalhar. Meu foco não era o resultado, meu foco era o processo.

Quando comecei a estudar eu tinha um ritmo de leitura e queria saber como fazer para que esse ritmo melhorasse. Pesquisei as melhores formas de estudar para concurso, quais matérias eram certas no início dos estudos e como era o ciclo de estudos.

Fui aprendendo e incorporando.

No meu dia a dia quantas horas eu fazia pela manhã (já que eu tinha largado o trabalho para estudar para concurso)? Quantas horas eu fazia a tarde? De que forma eu conseguia melhorar isso? Quanto tempo de intervalo era o tempo ideal? Quanto tempo de intervalo no almoço, uma hora ou uma hora e meia? Fui experimentando e aplicando.

 

Sempre fui fascinado pelo processo e pela vontade de fazer as coisas cada vez melhor.


Já falei muitas vezes para os meus alunos do coaching que uma grande caminhada é feita passo a passo.

Por trás dessa simples frase está tudo o que expliquei anteriormente. Toda essa paixão por fazer as coisas de uma forma melhor, de buscar aprender, de buscar uma eficiência melhor, de perder menos tempo e ter mais qualidade.

Tudo isso aplicado no dia a dia, na hora que você acorda para estudar; naquilo que você faz antes de começar a estudar; se vai tomar o café da manhã estudando; quanto tempo você consegue estudar antes de ir para o trabalho (quando você tem mais disposição, afinal quando se chega do trabalho há o cansaço); o que você faz no horário do almoço; e, no próprio trabalho, será que não há um tempo para fazer uma revisão ou questões.

Essa vontade de puxar para si a responsabilidade é a grande característica do aprovado. Essa vontade de aprender, essa proatividade para buscar as coisas.

Eu tenho alguns alunos no coaching que falam: “Professor, não estou gostando disso, você não está me falando isso ou não está me procurando para dizer aquilo.”

Meu amigo, você é o seu estudante!

Se você vestir a camisa, correr atrás, fizer sua parte, já vai ser difícil passar no concurso grande como de Auditor da Receita Federal, então imagine se alguém tiver que te puxar.

Ninguém vai te puxar para a aprovação!

Você tem que crescer como estudante, amadurecer como concurseiro para poder entender o jogo, quais são as regras e fazer da melhor forma possível.

Chegou a hora de você deixar de ser vítima das circunstâncias e buscar fazer o melhor possível com aquilo que você tem, com o tempo e recursos, por exemplo.

Faça sua parte! Uma grande caminhada é feita passo a passo!

 

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