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GRIFOS e QUESTÕES: como e quando fazer no seu ciclo de estudo

Olá! Meu nome é Diogo Moreira, sou Auditor Fiscal da Receita Federal e estou aqui para te ajudar a sair dessa “vida bandida” que é estudar para concurso.

Grifar o material é uma das melhores técnicas de estudo para concursos públicos. A outra é resolver questões de provas anteriores. Como encaixar essas duas na sua rotina de estudos? Quando revisar e quando fazer questões? Confira!

 

Grifos e resolução de questões no seu estudo para concurso ou vestibular.

 

Tudo o que precisa aprender, como fazer os grifos, como se organizar em relação à resolução de questões e quando refazer as questões. No vídeo anterior falei sobre resumos, o porquê de não os fazer e quando fazê-los. Assista.

Os grifos ou as marcações são simplesmente sublinhar ou marcar com marca texto o seu material. A ideia é que você tenha uma página de teoria e grife as partes mais importantes. Assim, quando voltar àquele assunto, não será necessário ler a página inteira.

Rapidamente terá um mapa do que é mais importante e do que merece ser relido, ou seja, a principal função do grifo ou da marcação é a sua utilização na revisão, é tornar as revisões um pouco mais céleres.

No começo é normal ir grifando tudo e o material virar aquelas páginas amarelas como das antigas listas telefônicas. Não se preocupe.

Há algumas opções, existem pessoas que na primeira leitura gostam de grifar fraquinho a lápis e, em uma segunda leitura, utilizam o marca texto para fazer uma marcação definitiva. A primeira marcação fica como se fosse uma marcação preliminar.

Se você estiver no início dos estudos, terá a sensação de não entender o assunto, de que há muito assunto no seu material, de que nada entra na cabeça, que parece ser difícil e que nunca aprenderá. Não se preocupe, é fácil e vai entrar na cabeça sem muito esforço.

Por isso que, na primeira vez que ler, você grifará assuntos a mais. Não tem problema porque sua primeira leitura está sendo feita com grifos e você não perde muito tempo grifando. Relaxe!

Há algo importante com relação aos grifos: não grife uma palavra, ou um título, ou duas palavrinhas, ou uma expressão. Com isso, você não está preparando o seu material para releitura.

 

O grifo tem que ser suficiente em si mesmo.

 

Você tem que reler somente o grifo e entender a ideia. Se tiver que ler algo fora do que foi grifado, então está grifando mal. Dá para grifar melhor.

Com essa técnica você aprenderá que deve grifar uma frase inteira, ou o pedaço de uma frase, ou o começo de uma frase com o final da frase seguinte, de forma que tudo tenha sentido, que você consiga ler e entender sem recorrer a outras partes do texto.

Os seus grifos podem ser afetados pela resolução de questões. Se tiver algo que você não grifou ou que grifou, mas na resolução de questões está errando, então faça uma marcação diferente, pinte de outra cor, sublinhe de uma outra forma, coloque setas, ou seja, chame a atenção para o que costuma ser cobrado em provas.

Afinal, você está vendo aquele assunto ser cobrado em provas anteriores e, mesmo assim, não está aprendendo. Se não chamar a atenção é quase certo que irá perder pontos no dia da prova. Por falar em resolução de questões, é ideal que você faça questões sempre divididas por assunto. Ler um capítulo e ao final fazer as questões de forma a memorizar o assunto.

Não adianta! Existem grifos, resumos, mapa mental, mas nada é didaticamente superior para o seu aprendizado do que resolver questões anteriores.

Não só para o aprendizado, você tem que estar “afiado” em fazer questões, afinal, concurso é fazer questões. Você vai chegar um dia em uma escola pública “morrendo” de calor e fará 60 questões de diversas matérias.

 

Concurso é isso, é fazer questões!

 

Se você não estiver experiente em fazer questões, ou com o estilo da banca, então perderá pontos preciosos, fará questões com velocidade muito baixa, e correrá o risco de ser eliminado por causa disso.

Portanto, sempre que terminar de ler um capítulo faça as questões e, principalmente, anote quantas questões fez e quantas acertou. É importante ter esse percentual de acertos.

Coloque esses dados em uma planilha (os alunos recebem essa orientação nos meus e-books e no Coaching temos uma planilha específica) para controlar esses acertos de questões. Dessa forma você irá mapear seu rendimento em cada assunto de cada matéria.

Direito Administrativo possui, por exemplo, 10 aulas, então veja, aula a aula, como está seu percentual de acertos. Isso favorecerá sua futura revisão. Se quiser revisar e não sabe por qual aula começar, comece por aquela em que está pior ou por aquele assunto que não entrou na cabeça.

Existe a possibilidade de estudar via questões. Não é fácil, é bastante doloroso. Basicamente você fará aproximadamente 50 questões de um assunto que nunca viu.  Terá um percentual de acertos mais baixo, em torno de 30 a 40%, dependendo da matéria. Você errará muito, mas funciona.

Faça as questões, veja o que errou, revise o que errou, refaça as questões e, se errou mais questões, as refaça novamente. Basicamente você faz esse conjunto de questões três vezes, só que em cada vez ficará mais focado naquilo em que está errando. Claro, sempre que fizer dê uma revisada na teoria sobre aquilo que você errou.

 

Dessa forma você se livra de ler toda a teoria e faz algo mais focado naquilo que a banca costuma cobrar.

 

Como falei, isso é muito doloroso e, se você nunca teve nenhum contato com o assunto, não considero a melhor técnica. Mas se já viu o assunto em algum momento, mesmo que tenha sido na faculdade há 10 anos atrás, mesmo que tenha sido um livro que leu na praia, então é possível revisar via questões. É uma boa forma de ter contato com o assunto.

Se você é formado em Direito, por exemplo, e vai estudar para Analista Judiciário, pelo amor de Deus, não releia a “Teoria do Direito”, você já fez isso na faculdade, então já tem uma boa noção.

Vá direto para as questões. O que você aprendeu na faculdade tinha determinado enfoque e o concurso pode ter um outro enfoque ou pode dar importância a outros assuntos. É interessante saber o que o concurso cobra. Então, faça questões e revise o que está errando.

Tive alguns alunos aprovados no concurso do MPU (Ministério Público da União) para o cargo de Analista Judiciário que estudaram dessa forma. Eles eram formados em Direito e foram direto para resolução de questões. Ficaram experts, perceberam o que a banca cobra com mais frequência e passaram no concurso.

 

 

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